Escola Antirracista propõe formação aos profissionais do João XXIII

No sábado, (11/09), o Coletivo Escola Antirracista prepara uma manhã de debates para os profissionais do Colégio João XXIII, a fim de propor o enfrentamento ao racismo institucional e estrutural. O grupo é constituído por membros da Comunidade Escolar – famílias, estudantes, profissionais, professores/as, conselheiros/as, direções e convidados/as.


Segundo a coordenadora do Escola Antirracista e Diretora de Comunicação da Fundação Educacional João XXIII, Márcia Gomes, refletir sobre as relações raciais no ambiente escolar é a proposta do encontro. “É importante trazer a reflexão sobre a influência da estrutura institucional na manutenção das desigualdades”, salienta.


Na programação, que se inicia com uma série de painéis e ao final do encontro propõe separar os profissionais em subgrupos para debater situações reais de racismo cotidiano, conta com a participação de membros da Comunidade Escolar: José Mário, Raquel Almeida, Luciana Mello, Aline Portanova e Viviane Clavijo, integrantes do Grêmio Estudantil (GEJ) e Conselho de Alunos/as (CA).


O Coletivo Escola Antirracista surgiu em dezembro de 2020 com o intuito de aprofundar, discutir e propor ações que contribuam para que o Colégio João XXIII cada vez mais assuma uma prática educacional antirracista, que proporcione relações saudáveis entre as pessoas. O racismo estrutural promove violências e desigualdades sociais, e reconhecer que a escola, como parte da sociedade, também é um espaço em que o racismo está presente é uma das ações iniciais.


Como uma primeira ação, o Coletivo propõe rodas de conversa com os profissionais da Escola com o objetivo de dialogar para: identificar, compreender, visibilizar e combater o racismo; romper com estereótipos reprodutores de violências; refletir sobre as desigualdades étnicas e raciais estabelecidas e mantidas pelo racismo estrutural no Brasil.

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