Clube de Relações Internacionais debate violação de Direitos Humanos em simulação

Na última segunda-feira, 05/07, estudantes da 3ª série do Clube de Relações Internacionais do João XXIII (CRI) participaram de uma simulação experimental, que visa debater soluções para as violações dos Direitos Humanos cometidas pelos próprios agentes da ONU durante suas Operações de Paz. A manhã de atividades compreende três plenárias (on-line e síncronas), para que, ao final do encontro, seja redigido um documento do que foi decidido nas plenárias.

Segundo o professor de Geografia, Artur Bergelt, os estudantes simularam uma reunião da Comissão dos Direitos Humanos da ONU (CDH). “São três missões de paz que foram usadas como estudo de caso. A missão de paz na Libéria (UNMIL), a missão na Bósnia – Herzegovina (UNPROFOR e UNPREDEP) e a Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH), liderada pelo Brasil, que terminou em 2017. A gurizada terá que debater o que pode ser feito para combater e evitar que existam essas violações aos direitos humanos pelas missões de paz da ONU“, salienta.

Para a estruturação da simulação, 60 estudantes foram divididos em 30 duplas, cada dupla representa um país, os demais fazem parte do Comitê de Imprensa da Comissão, operando no Twitter: https://twitter.com/JoaoMundi e no Instagram: https://www.instagram.com/simulacaojoaoxxiii/, para a cobertura do evento em tempo real.

Segundo o estudante Vitor Zanon, que participou da Comissão de Imprensa da simulação, a experiência despertou o interesse de fazer parte de eventos assim fora da escola também. “Acho que foi uma manhã surpreendentemente legal! O pessoal, no geral, estava com alguns receios por ser justamente uma experiência nova e que exigia bastante comprometimento de praticamente todos os participantes, mas o evento acabou sendo divertido e proveitoso”, finaliza Vitor.

A atividade é experimental e preparatória para o segundo semestre do Clube de Relações Internacionais, que prevê aulas de simulação interna e externa. O que, segundo o professor, está em confluência com os focos do CRI, que propõe: a) o estudo de temas de relações internacionais, com questões que os professores podem trazer e com convidados; b) a produção de material teórico por parte dos estudantes, que privilegia quem gosta de escrever; e c) a simulação.

Entre os países representados pelos estudantes estavam: China, França, Sudão, Paquistão, Bolívia, Chile, República do Congo, Sudão do Sul, Venezuela, Rússia, Índia, República Democrática do Congo, Indonésia, Afeganistão, Bélgica, Argentina, Espanha, Bósnia – Herzegovina, Timor-Leste, Estados Unidos, Alemanha, Haiti, Ruanda, Reino Unido, Portugal, Libéria, Síria, Somália, Angola e Brasil.

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